14 de julho de 2024

Depois de 25 anos de ‘A Bruxa de Blair’, atores criticam estúdio e pedem pagamentos retroativos

O trio de atores que formou o elenco de “A Bruxa de Blair”, sucesso independente de terror de 1999, critica o estúdio Lionsgate por tê-los deixado de fora do recomeço da franquia e pede pagamentos retroativos e futuros por sua participação no primeiro filme.

Em entrevista publicada nesta quarta-feira (12) pela revista “Variety”, Joshua Leonard, Heather Donahue e Michael C. Williams dizem que foram deixados de fora do sucesso financeiro da produção.

Com uma bilheteria de US$ 250 milhões ao redor do mundo a partir de um orçamento estimado entre US$ 200 mil e US$ 700 mil, a produção é considerada um dos filmes independentes mais bem-sucedidos de todos os tempos.

Mesmo assim, eles dizem que receberam apenas cerca de US$ 500 por semana durante as duas semanas das gravações, nas quais improvisaram as cenas e tiveram de operar as próprias câmeras — parte do conceito de “filmagens encontradas”, subgênero que finge que suas imagens são verdadeiras e capturadas pelos personagens e que foi popularizado por “A Bruxa de Blair”.

Depois de processo motivado pelo uso de suas imagens na continuação de 2000, o trio recebeu em 2004 mais US$ 300 mil em um acordo com a distribuidora da época, a Artisan. Um ano antes, a empresa tinha sido comprada pela Lionsgate.

De acordo com o jornal “New York Times”, até então o filme já tinha gerado entre US$ 35 milhões e US$ 40 milhões em lucros.

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