Prefeitura de Manaus recebe os 108 médicos que vão atuar nas UBSs da capital

Os 108 profissionais vão manter todas as 49 Unidades Básicas de Saúde abertas para poder atender a população nos primeiros sintomas da Covid-19

Manaus – O Prefeito de Manaus, David Almeida, recepcionou na manhã desta sexta-feira (29), de forma simbólica, para evitar aglomeração, 108 médicos do Programa Mais Médicos, que vão atuar na capital no atendimento essencial nas unidades básicas de saúde do município para atender pacientes com sintomas de síndrome gripal ou Covid-19 em seu primeiro atendimento para evitar que o quadro agrave e a pessoa precise de atendimento espacial e de oxigênio para o tratamento.

A prefeitura de Manaus solicitou a Ministério da Saúde, no dia 10 de janeiro, 108 médicos para manter todas as 49 Unidades Básicas de Saúde abertas para poder atender a população nos primeiros sintomas da Covid-19, para evitar que os pacientes tenham que ir até um lugar distante de sua residência para procurar atendimento. O reforço vem para dar suporte ao médicos que precisam se ausentar por problemas de saúde e para que o atendimento não seja afetado por conta disso.

“Nós temos hoje 1346 servidores da secretaria de saúde afastados. Desse número, 143 médicos estão afastados. A nossa ponta de atendimento a população. São 29 médicos somente de Manaus. Eles que vão atuar contra esse inimigo invisível e mutante. Que nós permanecemos unidos para vencê-los, para poder dar dignidade do povo da floresta” disse o prefeito de Manaus David Almeida.

Estiveram presentes a secretaria municipal de saúde, (Shadia Fraxe), o Secretario de Atenção Primária à Saúde (SAPS) do Ministério da Saúde, doutor Raphael Parente e o Ministro da Saúde Eduardo Pazuello. Os representantes do ministério da saúde destacaram o investimento de 22 milhões de reais e o legado que vai ficar apara a cidade.

“A prefeitura de Manaus pediu 108 médicos e a gente abriu o editar e hoje já estão chegando os médicos. Hoje não tem nenhum UBS fechada. Toda tem que atender covid-19, mas com segurança pra evitar a contaminação cruzada. Tudo isso tem o custo de 22 milhões ao Ministério da Saúde por um ano. Vai ser um ganho para sempre. Vão ser 180 agentes de saúde, 40 equipes do médico da família, 50 da atenção primária e 3 de saúde bucal. Passamos de 27 unidades para 49 funcionando”, disse o doutor Raphael Parente.

O ministro Pazuello relatou que todas as casas vão receber um panfleto com o endereço e o contato das unidades básicas de saúde para procurarem o atendimento o mais rápido possível para evitarem o atendimento tardio, a lotação nos hospitais e a falta de oxigênio.

“Quando você não tem o atendimento básico e fica em casa, você vai agravar, e quando agrava, o risco de precisar de oxigênio é enorme, essa é a onda que precisa ser quebrada. A prefeitura tem um papel muito importante nisso por que é a é o início e o fim do ciclo. A prefeitura dá atenção básica e evita o agravamento e a mesma realiza a vacinação, que é o fim”, completou o ministro Pazuello.

* Com informações da assessoria

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