Músicos fazem live em prol do pequeno João Caetano, neste sábado (14/11)

A Live Projeto Lembranças Sertanejas, irá reunir vários músicos para ajudar o pequeno João Caetano de 2 anos, morador de Mogi Mirim (SP), que luta contra uma doença rara, conhecida como Deficiência de Aminoácido Descarboxilase ou Deficiência de AADC. A live acontecerá dia 14 de novembro às 13h, e será transmitida pelo youtube oficial do projeto.

Desde os primeiros meses de vida João sofre com a doença. Essa patologia é provocada por uma desordem metabólica, herdada geneticamente, na qual o paciente apresenta deficiências nos principais neurotransmissores do sistema nervoso central, e sofre com distúrbios severos de movimentos, movimentos anormais dos olhos, comprometimento neurológico, entre outros. 

O objetivo da live é ajudar no custeio do tratamento do paciente. Segundo a mãe de João existe a possibilidade de cura, por meio de uma cirurgia, que só é realizada na Polônia. Porém, devido ao alto custo do procedimento, aproximadamente R$ 500 mil, a família de João vem promovendo ações para conseguir o valor total para o tratamento, como leilões, vaquinhas online, dentre outros. Para quem quiser contribuir clique neste link: AADC TEM CURA! TODOS PELO JOÃO.

Em vídeo, junto com o pequeno, a mãe dele fala sobre a doença e relata que João já passou por vários procedimentos. Ela aproveita para agradecer apoio das pessoas que já ajudaram.

Alguns artistas também estão apoiando João, como Daniel, Edson e Hudson que gravaram um vídeo dando aquela força para o guerreiro.

Lembrando que a live acontece no dia 14 de novembro, às 13h, com transmissão pelo Youtube: https://bit.ly/3dQ7r8F. 

Entenda sobre a AADC

A deficiência da descarboxilase dos aminoácidos L-aromáticos, também chamada de AADC, é uma doença genética rara que causa complicações no sistema nervoso central e periférico. As mutações que ocorrem no gene afetam a capacidade do cérebro de produzir dopamina e serotonina, dois dos principais neurotransmissores do organismo humano.

Hélio Van der Linden Júnior, neurologista infantil e neurofisiologista, explica que a deficiência de AADC costuma se manifestar nos pacientes já no primeiro ano de vida, fazendo com que muitos não possuam marcos motores básicos, como a capacidade de sustentar a cabeça. Por isso, é comum que muitas crianças recebam outros diagnósticos, como paralisia cerebral ou doença neuromuscular.

Os possíveis sintomas da deficiência de AADC são:

  • Atraso global do desenvolvimento neuropsicomotor, como caminhar e falar
  • Hipotonia (bebê “molinho”)
  • Crises de versão dos olhos para os lados ou para cima (chamadas crises oculógiras)
  • Transtornos do movimento, principalmente distonia (um distúrbio que causa um movimento de “torção” dos membros) ou bradicinesia (pouca movimentação espontânea)
  • Disfunção autonômica (suor excessivo, palidez, alteração dos batimentos cardíacos, instabilidade da temperatura corporal e congestão nasal)

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