Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1 vai exigir comprovante de vacinação

O público que irá acompanhar o Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1 nos dias 12, 13 e 14 de novembro deverá apresentar uma comprovação vacinal – mesmo ainda incompleta – para entrar no Autódromo de Interlagos.

As informações foram concedidas em uma entrevista coletiva com a presença do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), além do secretário municipal de Habitação, Orlando Faria, e do CEO do GP São Paulo, Alan Adler.

A apresentação do “passaporte vacinal” será obrigatória para todos acima de 12 anos. Crianças entre 5 e 12 anos, caso queiram entrar no Autódromo, deverão apresentar teste RTC-PR negativo para a Covid-19 com até 48 horas de antecedência. Não está autorizada a entrada de crianças abaixo de 5 anos mesmo com os responsáveis legais.

O uso de máscara continuará obrigatório para todos, afirmou Ricardo Nunes.

Em relação à capacidade do GP, que já teve todos os ingressos esgotados, Alan Adler afirmou que será aberto um novo lote de mil ingressos nos próximos dias. São esperadas de 160 mil a 170 mil pessoas nos três dias de corrida – uma “sprint race” adicional, até então inédita no Brasil, acontecerá na sexta-feira (13).

Na “sprint”, os pilotos disputam a segunda sessão de treinos livres da sexta-feira no mesmo formato dos treinos de classificação de sábado. Esta sessão de sexta define então a ordem de largada para a sprint  do sábado – uma corrida curta de cerca de 100 quilômetros, sem a necessidade de troca de pneus.

Evento marca “retomada econômica” da cidade, diz prefeito

Durante a coletiva, Ricardo Nunes destacou que o evento faz parte da agenda de retomada econômica da capital paulista, que conta com bons índices vacinais e queda nos indicativos de Covid-19 nas últimas semanas.

O secretário Orlando Faria afirmou que a manutenção da Fórmula 1 na cidade, com o Grande Prêmio disputado com cidades como Miami, nos Estados Unidos, consolida a fase brasileira do Mundial de F1 como “o evento mais importante pra imagem internacional da cidade”.

Segundo Faria, são esperados mais de R$ 700 milhões de retorno financeiro além de R$ 1,6 bilhões de retorno pela transmissão em mais de 180 países. Além disso, mais de 8500 pessoas trabalharão nos três dias de evento.

A Fórmula 1 acertou um contrato de cinco anos com a coordenação da F1 em São Paulo. O acordo pode ser renovável pelo mesmo período.

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